Dados do município/localização

Fundação: 28/12/1987
Emancipação Política: 13 DE JANEIRO
Gentílico: TEJUÇUOQUENSE
Unidade Federatíva: CEARA
Mesoregião: NORTE CEARENSE
Microregião: MÉDIO CURU
Distância para a capital: 144,00

Dados de características geográficas

Área: 750.605,00
População estimada: 16836
Densidade: 22,40
Altitude 140
Clima: TROPICAL QUENTE SEMIÁRIDO
Fuso Horário: UTC-3

Origem

"Tejuçuoca" procede do tupi antigo teîuûasu oka, que significa "toca dos teiuaçus". De teîuûasu: teiuaçu; e oka: toca.

História

Originalmente habitada por ameríndios, a ocupação de origem portuguesa da região principiou a partir da fixação dos primeiros indivíduos nas proximidades do Riacho do Paulo, afluente do Rio Curu, os quais formaram um arraial. A vinda destes primeiros ocupantes de origem portuguesa tem início por volta do começo do século XIX. No início do século XX, a região foi refúgio de cangaceiros que fugiam da ação da polícia.[8] Cronologia 4 de dezembro de 1933: elevação à categoria de vila pelo decreto-lei 1 156; 3 de julho de 1963: elevação à categoria de município pela lei 6 392. 14 de dezembro de 1965: suprimida, antes da instalação, a elevação à categoria de município através da lei 8 339. 28 de dezembro de 1987: restauração da elevação à categoria de município através da lei 11 414.

Cultura

O município é a sede de uma das maiores festas do Ceará? a Tejubode - Feira da Ovinocaprinocultura (ou caprinovinocultura), que acontece anualmente desde 2001. Os festejos vão desde feiras, gastronomia regional, pratos à base de bode, artesanato, até noites agitadas com shows de músicos regionais e também nacionais. O local dos festejos é aleatório, sendo o Parque de Exposições Joãozão um dos já utilizados. Com o intuito de fazer a Tejubode crescer cada vez mais, existe o programa "Bolsa Bode", que incentiva jovens de 17 a 28 anos a praticarem a criação de ovinos e caprinos. Com o apoio da prefeitura da cidade, os inscritos recebem, mensalmente, o valor de 100 reais de ajuda de custo e, anualmente, um auxílio de 5 000 reais. Parque Furna dos Ossos No município, se localiza o parque Furna dos Ossos, que abriga cavernas nas quais costumavam ser enterrados criminosos, cangaceiros e desafetos políticos no início do século XX. O parque possui, ainda, formações rochosas de formatos curiosos, bem como fauna e flora típicas da caatinga.

Divisão Política

O município está dividido em duas unidades: sede e distrito de Caxitoré. Na sede se localizam as localidades de Riacho das Pedras, Boqueirão, Caiçara II, Malaquias, Catirina, Vazante Grande e Boa Ação. No Distrito de Caxitoré se localizam as localidades de Jardim, Monte Carmelo, Umari, Venâncio, Jerimum, São Bento, São Gonçalo, Açude, Barra do Caxitoré, Laura Muquém, Retiro, Vertentes, Logradouro e Caiçara I.

Curiosidades

Os moradores da Serra da Catarina que eles chamam Catirina em Tejuçuoca a 155 quilômetros de Fortaleza, tem uma história interessante para contar sobre a localidade dizem que, no começo do século existia pelas bandas de Irauçuba, um coronel chamado Pedro Barroso Valente. Quando Barroso queria eliminar um jagunço ou alguém a pedido de amigos, enviava essa pessoa para a Serra da Catarina, com um bilhete no bolso ordenado sua morte. Como os jagunços não sabiam ler pensavam que se tratava de uma carta de recomendação para trabalhar. Após o assassinato, o corpo era enterrado entre as grutas, daí surgiu o nome de furna dos ossos. Lenda ou não, o certo é que a serra da Catarina a 10 quilômetros da sede do município, virou atração para estudiosos, arqueólogos e também local de romarias. Muitos vão pagar promessas em uma das cavernas, onde, há 45 anos foi colocada uma imagem de Nossa Senhora das Graças, e mais recente, foi feito um pequeno altar para Nossa Senhora Aparecida. No último sábado, a comunidade inaugurou a pedra fundamental do templo das orações que será construído no ano 2000. A solenidade fez parte das comemorações de um ano da implantação oficial do Parque Ecológico de Furna dos Ossos. Com uma área avaliada em 1200 hectares, rica em flora próprias da caatinga (Cedro, Jatobá, Mucunã, Marmeleiro, Jurubeba, Graúna, João de Barro, Rouxinol, macaco prego e até Onça vermelha) o parque está sendo conservado pela própria comunidade, graças à iniciativa do artista plástico e designer Eliseu Joca, 43. Como gosta do local onde vivem seus pais, ele decidiu iniciar, há três anos, um trabalho de conscientização sobre a preservação da serra. Depois de muito trabalho, deu certo. Atualmente, no local não se encontram sinais de depredações ou lixo. Desde que a comunidade passou a reconhecer a serra da Catarina como seu ponto de atração turística, através das particularidades do seu parque ecológico como a furna dos ossos, muita coisa mudou no pensamento comunitário?, diz Elizeu Joca que, além do templo das orações, tem um projeto para construir o mirante do labirinto situado no topo do serrote, permitirá a visão mais panorâmica do local. Gentílico: tejuçuoquense

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